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Ar ruim
Claudete Campos
23/07/2018 09h06
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Os piracicabanos estão sofrendo muito nesses dois últimos meses. É que a estiagem está no auge. Isso significa baixa umidade relativa do ar; registro de queimadas quase diárias; rios Piracicaba e Corumbataí com os níveis abaixos do considerado normal para a época. O que as pessoas já sentem na pele e no sistema respiratório, foi traduzido em informações. 
 
A qualidade do ar despencou em Piracicaba. Por 28 dias, o ar esteve na condição moderada e em dois dias esteve ruim. Reportagem de Rodrigo Guadagnim nesta edição demonstra que os dados da Cetesb mostram que os horários mais críticos foram as últimas horas da noite e as primeiras horas da madrugada. Nesses intervalos ocorreram maiores concentrações de poluente na atmosfera. Para piorar a situação, as queimadas são frequentes. Mais do que dobraram em maio e junho, segundo o Pelotão Ambiental.
 
O que fazer nesses casos? Como, a curto prazo, não há previsão de melhora nas emissões industriais e veiculares, o jeito é a população adotar aquelas medidas super batidas para enfrentar os dias secos: umedecer as narinas com soro fisiológico, dormir com uma toalha molhada ou com vasilha de água no quarto, evitar exercícios físicos nos horários mais críticos, entre outras medidas simples.
 
E, claro, rezar muito para São Pedro mandar chuva. Não tem outro jeito, para melhorar essa situação. E, também, ajoelhar no milho para que a crise hídrica não se agrave ainda mais e que os municípios não sofram com racionamento de água. Cada um pode fazer sua parte: reduzindo o consumo de água e evitando atear fogo em mato, pastagens e terrenos, para não piorar ainda mais a situação, que já é crítica. 
 
 
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