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Abaixo do esperado
Claudete Campos
20/07/2018 08h56
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Por incrível que pareça,  Piracicaba ainda não atingiu a cobertura vacinal contra a gripe recomendada pelo Ministério da Saúde, ou seja, 90% das pessoas dos grupos prioritários.  Ontem a Secretaria de Saúde divulgou que a meta atingiu 76,75%, com aplicação de 65.394 doses. Olha que a Secretaria Municipal de Saúde já prorrogou duas vezes o término da imunização e, agora, o prazo será indeterminado, até atingir esse alcance.
 
É inadmissível que em pleno Século 21, o século das informações, as pessoas não se previnam contra o vírus da gripe. Mesmo porque está cientificamente comprovado que a vacinação é o método mais eficaz para evitar a morte. Isso mesmo!!! A Influenza  mata. Tanto é verdade que três pessoas já morreram com a doença na cidade.
 
Em hipótese nenhuma as pessoas devem acreditar em Fake News e em grupos montados no Facebook que defendem que os filhos não sejam vacinados. Isso é um absurdo. Antes do século XX, milhões de pessoas morreram com a chamada gripe espanhola. E foi a partir do desenvolvimento da vacina que essas mortes evitáveis reduziram drasticamente. Há aqueles que ainda dizem que a vacina causa a gripe, argumento que caiu por terra com estudos confiáveis que comprovam que os pacientes já estavam com o vírus encubado.
 
Um dado curioso divulgado ontem pela Secretaria de Saúde, é que os idosos estão no grupo com maior cobertura vacinal, 83,85%, mesmo assim ainda abaixo da meta. Mas a cobertura vacinal de crianças de seis meses a quatro anos atingiu 53,95%, o que é preocupante. 
 
Semana passada, o secretário Municipal de Saúde, Pedro Mello, disse que as pessoas têm que se conscientizar da importância da vacina. Ele tem toda a razão. O secretário disse que a morte é evitável. É verdade. E quem faz parte do grupo de risco e não acredita que a gripe possa matar e, portanto, não se vacina, corre o risco de perder a vida por causa de um pré-conceito. O índice de letalidade em caso de síndrome respiratória decorrente da gripe pode chegar a 20% das vítimas (percentual bem alto), havia informado o secretário.
 
 
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